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| Imagem de Arquivo |
Trânsito continua condicionado no IC33, onde o acidente ocorreu às 14.55.
"Foi um acidente tão violento que deixou o cadáver irreconhecível".
O relato feito pelo comandante dos Bombeiros de Grândola, Ricardo Ribeiro, retrata as consequências do embate frontal, entre um camião e uma viatura ligeira, que esta tarde ceifou a vida ao condutor de um BMW no IC 33, entre Grândola e Sines.
As autoridades admitem ter sido uma ultrapassagem mal calculada, pelas 14.55 horas. A estrada, que chegou a estar intransitável nos dois sentidos, continua parcialmente cortada para remoção dos destroços, segundo avançou há minutos a Brigada de Trânsito.
A colisão deu-se ao quilómetro 35,1, vindo o condutor do BMW - único ocupante - a morrer no local, enquanto o condutor do veículo pesado, que transportava materiais perigosos, como lixivia, sofreu ferimentos ligeiros.
Ricardo Ribeiro admite que a vítima mortal, do sexo masculino, teria cerca de 50 anos. "Mas terá que ser a GNR a apurar agora esses pormenores, porque o senhor estava em muito mau estado", sublinhou, encontrando-se os militares a tentar contactar os familiares do homem com base nos documentos disponíveis. "A confusão ainda é muito grande e continuamos no local. O acidente foi bastante aparatoso e há destroços das viaturas espalhados por toda a parte", avançou fonte da Guarda.
Já o comandante dos bombeiros de Grândola admitiu que o sinistro ocorreu num troço de alto de risco. "Cada vez que há ali um acidente já sabemos que é sempre grave", disse, tratando-se de uma zona de retas que convida a acelerar, havendo outros exemplos de choques frontais ao longo dos últimos anos.
O cadáver foi encaminhado para a morgue do Hospital do Litoral Alentejano (Santiago do Cacém) tendo os bombeiros de Grândola estado no terreno com dez homens apoiados por cinco viaturas
Fonte: DN
