Morre Regada com Álcool e Incendiada - VIDA DE BOMBEIRO

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domingo, 5 de outubro de 2014

Morre Regada com Álcool e Incendiada

Adélia Ribeiro, 50 anos, foi atacada pelo marido. Homicida está em prisão preventiva.


Adélia Ribeiro, de 50 anos, lutou durante mais de um mês, mas não sobreviveu às queimaduras em 40% do corpo. Morreu quarta-feira no Hospital da Prelada, no Porto, onde estava internada depois de ter sido regada com álcool pelo marido, que de seguida lhe ateou fogo com um isqueiro, na casa do casal, em Braga. 

O homicida já estava em prisão preventiva, mas vai agora responder por homicídio e violência doméstica.

Os episódios de violência eram constantes, segundo os vizinhos do casal que residia na rua dos Congregados, em São Vítor, Braga. 

Mas o ataque de 18 de agosto revelou-se fatal: a funcionária administrativa do Hospital de Braga sofreu queimaduras sobretudo na zona do tórax, mas foi o facto de ter sido atingido um órgão vital que acabou por levar à sua morte. Foi a enterrar sexta-feira à tarde no cemitério de Vidago, na sepultura familiar.

A mulher deixa dois filhos, já adultos. A filha da vítima, de 18 anos, ainda socorreu a mãe na altura do ataque, que presenciou, e sofreu também ela queimaduras numa mão. Pedro Ribeiro, de 60 anos, antigo comerciante, entregou-se na PSP depois da brutal agressão à mulher. 

Foi detido pela Polícia Judiciária e ouvido no tribunal, onde o juiz lhe decretou de imediato a medida de coação mais severa – prisão preventiva –, tendo ficado indiciado por tentativa de homicídio e violência doméstica. Deverá agora ser acusado de homicídio e enfrenta uma pena de prisão que pode chegar aos 25 anos.



Na vizinhança, a notícia da morte de Adélia Ribeiro deixou todos em choque. "É um desfecho trágico. Na quinta-feira antes da agressão vi a senhora a entrar para a ambulância e tinha a cabeça ligada. A PSP também foi chamada", recordou Domingos, vizinho.




Fonte: Correio da Manha

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