Julgado por crime que vitimou criança de nove anos em 2012, em Vila Nova de Gaia.
"Eu não vi. Mas toda a gente diz que foi ele [Flávio]." Foi desta forma que Nelson Ricardo Peres, que começou ontem a ser julgado pelo atropelamento mortal de Ana Catarina, menina de nove anos, à porta da EB 2/3 de Canidelo, a 14 de dezembro de 2012, em Vila Nova de Gaia, culpou o irmão da autoria do crime.
Nelson Ricardo, conhecido pela alcunha de ‘Ricardo Parafuso’, diz que o confundiram pelo apelido e pelas parecenças – por ter também tatuagens e piercings – com o irmão Flávio ‘Parafuso’. "Nesse dia o meu irmão fazia anos. Levei a minha filha à escola e fui buscar um sofá a casa do meu irmão [na Afurada]. Peguei no jipe e ele pegou no meu carro [Fiat Bravo] para ir à Ribeira, porque o sofá não cabia num carro. Eram para aí 10h00", diz o arguido, descartando a hipótese de ter atropelado mortalmente a menina. Mas o acidente ocorreu mais cedo, às 07h40.

Sem comentários:
Enviar um comentário